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Psicologia Clínica

A Psicologia Sensus é especializada em Terapia Comportamental e Cognitiva. Conta com profissionais com formação específica nessa abordagem. Destina-se ao atendimento clínico de crianças, adolescentes e adultos.

A Terapia Comportamental Cognitiva é indicada para o tratamento de:

Dificuldades no Relacionamento Interpessoal;

Ansiedade;

Estresse;

Síndrome do Pânico;

Transtorno Obsessivo Compulsivo;

Fobia Social;

Fobias Específicas (medo de dirigir, de elevador, avião...);

Anorexia Nervosa, Bulimia e Obesidade;

Depressão, Distimia e Transtorno Bipolar de Humor;

Transtorno de Estresse Pós-Traumático;

Disfunções Sexuais;

Terapia de Casal e Família;

Dificuldades de Aprendizagem.

Marcação de consultas pelo telefone: (47) 3322-8860.
De segunda à sexta das 8:00 ao 12:00 e das 13:00 às 17:48.
Informe-se sobre os horários de atendimento.
 

 

 

SAIBA MAIS:

Ansiedade Generalizada – ansiedade persistente há pelos menos 6 meses. Os sintomas estão relacionados a expectativas e preocupação apreensivas e sintomas físicos. “Os pacientes estão constantemente preocupados com questões triviais, são medrosos e esperam sempre o pior”. (Hollander e Simeon, 2004). Além de sentirem os sinais típicos: irritabilidade, fadiga, tensão muscular (dores musculares), insônia, dificuldade de concentração, inquietação.


Estresse – “o estresse é uma resposta complexa do organismo, que envolve reações físicas, psicológicas, mentais e hormonais frente a qualquer evento que seja interpretado pela pessoa como desafiante”. (Lipp e Malagris, 2001). O estresse pode causar apatia, desânimo, sensação de desalento, depressão, ansiedade, hipersensibilidade emotiva, irritabilidade, raiva, ira, podendo desencadear surto psicóticos e crises neuróticas em pessoas predispostas a isso.


Síndrome do Pânico – “a pessoa experimenta o início súbito de medo, terror e apreensão opressivos e uma sensação de destruição iminente, e caracteristicamente pensa que está morrendo, tendo um ataque cardíaco, ‘enlouquecendo’ ou perdendo o controle”. (Hollander e Simeon, 2004). Os sintomas físicos são: dor ou desconforto no peito, taquicardia (palpitações), sudorese (suor excessivo), fraqueza, tremores, calafrios ou ondas de calor, parestesias (anestesia ou sensações de formigamento), sensações de falta de ar ou sufocamento, náusea ou desconforto abdominal, tontura, vertigem ou sensação de instabilidade, sensações de irrealidade (desrealização) ou despersonalização (estar distanciado de si mesmo), medo de perder o controle ou enlouquecer e medo de morrer.


Transtorno Obsessivo-Compulsivo – a obsessão é um pensamento intrusivo e indesejado, que evoca ansiedade ou desconforto. “As obsessões podem ser pensamentos, idéias, imagens, sons, ruminações, convicções, medos ou impulsos, e freqüentemente têm um conteúdo agressivo, sexual, religioso, repulsivo ou absurdo”. (Hollander e Simeon, 2004). Já o ritual compulsivo é um comportamento realizado para reduzir ou aliviar o desconforto causado pela obsessão, pode envolver rituais de limpeza, esquiva, repetição verificação, empenho pela perfeição e meticulosidade.


Fobia Social – caracterizada pelo medo de agir de modo a se humilharem ou ficarem embaraçados frente a outras pessoas. Essas pessoas evitam situações em que lhes possa ser requerido interagir com outros ou realizar uma tarefa diante de ouras pessoas. “As fobias sociais típicas são falar, comer ou escrever em público; usar banheiros públicos e comparecer a reuniões sociais ou a entrevistas”. (Hollander e Simeon, 2004).


Fobia Específica – “medo acentuado, persistente e excessivo ou irracional na presença ou na previsão do encontro com determinado objeto ou situação”. (Costa e Lanna, 2001) Os subtipos de fobia específica são: animal (medo de animais ou insetos), ambiente natural (tempestades, altura, água), sangue-injeção-ferimentos, situacional (estar em automóveis, em elevadores, sobre túneis, aviões) e outros (levar choque, vomitar, contrair uma doença).


Anorexia Nervosa – Segundo Wilson e Pike (1999), pode ser definida levando-se em conta três aspectos: 1) peso corporal anormalmente baixo de 15% ou mais abaixo do esperado; 2) amenorréia (ausência de três ciclos menstruais consecutivos) e 3) perturbação no modo como o peso ou a forma corporal é experimentado.
 

Bulimia Nervosa – Wilson e Pike (1999) também a caracterizam por três aspectos clínicos: 1) compulsão periódica (consumo descontrolado de alimento); 2) recorrência regular a métodos destinados a influenciar o peso e a forma (vômito auto-induzido, uso de laxantes, jejum, prática de exercícios físicos) e 3) auto-avaliação, a qual é influenciada indevidamente pela forma e o peso.


Depressão - caracteriza-se por sentimento de tristeza persistente, falta de ânimo e disposição para as atividades cotidianas, alterações de apetite e sono. Atividades que anteriormente eram consideradas prazerosas não se mostram mais como tal. O indivíduo possui uma visão negativa de si mesmo, do mundo e do futuro, ou seja, sua autoestima encontra-se rebaixada, o mundo não é mais visto como um bom lugar e há falta de esperanças no futuro. Em um nível mais elevado de depressão, observa-se a presença de pensamentos suicidas. O manejo da depressão envolve o tratamento psicológico e muitas vezes o medicamentoso.
A função do psicólogo no tratamento da depressão se dá através da investigação das causas da mesma, do auxílio no resgate das atividades, na modificação do humor e na restauração da percepção de si mesmo, do mundo e do futuro. Desenvolvendo um trabalho direcionado tanto a recuperação quanto à prevenção de outros episódios de depressão.


Distimia - caracteriza-se por um rebaixamento do humor, não tão acentuado como na depressão, mas é contínuo, comprometendo o desempenho de atividades profissionais e o relacionamento interpessoal. O individuo distímico apresenta-se com baixa auto-estima, sem vontade e insatisfeito com as coisas. O tratamento psicoterápico envolve a modificação do humor e da percepção das situações cotidianas e de si mesmo.


Transtorno de Estresse Pós-Traumático – após a pessoa ter vivenciado um ou mais eventos em que sentiu medo intenso, impotência ou horror, ela começa a reviver aquele(s) momento(s) como se estivesse acontecendo novamente, na forma de pensamentos, sonhos ou imagens. A pessoa pode “apresentar evitação persistente de estímulos associados ao trauma e entorpecimento da responsividade geral, o que é indicado por esforços em evitar pensamentos, sentimentos ou conversas associadas ao trauma, esforços em evitar atividades, lugares ou pessoas que lembrem o trauma, incapacidade de recordar algum aspecto importante do trauma, redução acentuada do interesse ou da participação em atividades significativas, sensação de distanciamento ou afastamento em relação a outras pessoas, redução da capacidade de dar ou sentir afeto ou, ainda, sensação de estreitamento das possibilidades do futuro. Também podem ocorrer sintomas de hiperexcitabilidadee, como dificuldade em adormecer ou manter o sono, irritabilidade ou crises de raiva, dificuldade de concentração, hipervigilância ou resposta de sobressalto exagerada”. (Rangé e Masci, 2001).


Disfunções Sexuais – a disfunção sexual é caracterizada pela ausência de uma das fases que compõem o ciclo sexual: “excitação (quando iniciam as sensações sexuais), platô (o organismo estabiliza-se excitado), orgasmo (descarga das tensões acumuladas) e resolução (quando o organismo volta a fase de repouso)”. (Carvalho, 2001)


Dificuldade no Relacionamento Interpessoal – Diz respeito ao convívio social, a dificuldades na integração com familiares, com integrantes do círculo social e profissional, o qual muitas vezes é prejudicado. Neste sentido, a terapia auxilia no desenvolvimento de habilidades para melhorar a comunicação, expressão de idéias e sentimentos e, conseqüentemente, melhorar o relacionamento interpessoal.


Terapia de Casal – “A disfunção conjugal ocorre quando os cônjuges mantêm expectativas irreais acerca do casamento e fazem avaliações negativas extremas, quando não estão satisfeitos.”(ELLIS, 1977). Deste modo, o objetivo da terapia com casais é abordar as crenças de cada cônjuge, a fim de promover a reestruturação para um relacionamento mais produtivo. Visa: a) modificação de expectativas irrealistas no relacionamento, b) correção de atribuições falhas nas interações do relacionamento e c) o uso de procedimentos de auto-instrução para diminuir a interação destrutiva. (DATTILIO & PADESKY, 1995).


Terapia Familiar – É uma maneira da família obter auxílio na resolução de seus problemas. A terapia familiar pode ser efetiva quando as pessoas da família têm dificuldade em se relacionarem, quando uma criança ou adolescente apresenta problemas de comportamento, quando um membro está deprimido ou ansioso, quando há desentendimentos, agressões ou sentimentos de mágoa ou raiva. Através da terapia familiar os membros da família passam a compreender seus padrões de comportamento em relação aos outros; percebem novas forças e recursos e se tornam mais capazes de desenvolver novas estratégias para resolver as diferenças; aprendem a se comunicar mais efetivamente, escutando cuidadosamente o que o outro diz, compreendendo o ponto de vista do outro, encontrando novas maneiras de compartilhar suas idéias e sentimentos (ANNUNZIATA & JACOBSON-KRAM, 1996).


Dificuldades de Aprendizagem – As crianças com dificuldades de aprendizagem possuem capacidade intelectual dentro da média, não possuem deficiências sensoriais ou distúrbio emocional, mas seu ritmo de aprendizagem não é normal. Apresentam geralmente, distúrbios de atenção, impulsividade, hiperatividade, além de problemas percepto-motores, de linguagem, memória e outras dificuldades acadêmicas específicas e precisam de auxílio pedagógico especializado. Neste sentido, a psicoterapia vai auxiliar a criança no desenvolvimento de habilidades que promovam a aprendizagem, auxiliando-o a controlar sua atenção nos estímulos relevantes às tarefas, “prestar” atenção às instruções apresentadas, além de trabalhar a motivação para os comportamentos relacionados à escola e aos estudos (GLAT, 1998).
 

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